Saúde – Caderneta de vacinação é essencial na hora de se imunizar

Documento é essencial para registrar vacinação         Logo que nascem, os bebês recebem no hospital a caderneta de vacinação. O documento é essencial para o acompanhamento das doses de vacinas aplicadas. Antes mesmo de deixarem a maternidade, recebem doses de BCG e hepatite B.

A ideia é prevenir doenças frequentes. O calendário de vacinação foi elaborado para que a prevenção seja mais eficiente conforme o período do ano. Por isso, é importante vacinar as crianças no período indicado pelo Ministério da Saúde.

A recomendação da pasta é sempre levar a caderneta quando for se vacinar: só assim, os profissionais de saúde podem verificar as doses já aplicadas e registrar as novas vacinas. Em caso de perda da caderneta, o ideal é voltar ao posto que costuma se vacinar para refazer o documento.

O Ministério da Saúde desenvolveu o aplicativo Vacinação em Dia para armazenar as informações da caderneta e disponibilizá-las on-line. A ideia é facilitar o acompanhamento.

ImunizaçãoVacinação

No caso da imunização contra meningite, o esquema vacinal ocorre em duas doses: aos 3 e aos 5 meses de vida, e ainda é aplicado um reforço no primeiro ano de vida.

Há ainda a tríplice viral, cuja 1ª dose deve ser aplicada aos 12 meses de vida. Aos 15, vem a 2ª dose tetra viral, que inclui a proteção contra varicela. A segunda dose ainda pode ser ministrada em adultos de 20 a 29 anos para prevenir a caxumba.

Já a hepatite B é aplicada em três doses em todas as fases da vida, a primeira delas ao nascer. A hepatite A é ministrada em uma dose, aos 12 meses. No caso da febre amarela, o esquema mudou e a recomendação é uma aplicação única.

A vacina pneumocócica também deve ser administrada na infância em três doses: aos 2 meses, aos 4 e aos 6. Aos 12 meses, as crianças ainda devem receber um reforço.

 

 

 

fonte:www.brasil.gov.br