Cruzeiro derrota o Flamengo nos pênaltis e conquista o penta.

Fábio defende a cobrança de Diego nos pênaltis Foto: Marcelo TheobaldGrandes clubes, com grande capacidade de investimento, precisam estar nas grandes decisões, disputar títulos. O Flamengo saneou suas finanças, melhorou seu elenco com jogadores de peso, frequentou o alto da tabela do último Brasileiro e nesta quarta-feira jogou a final da Copa do Brasil. Mas não basta. Há um compromisso que o Flamengo ainda não consegue cumprir, um passo adiante que o clube não consegue dar. E que também é papel dos grandes clubes: agigantar-se nas grandes ocasiões, conseguir se impor nos grandes jogos. Nesta quarta, voltou a entregar menos do que se podia esperar num jogo crucial, este no Mineirão, após ter feito bom jogo no Maracanã. E perdeu outro jogo crucial: 0 a 0 no tempo normal, 5 a 3 nos pênaltis para o Cruzeiro. O segundo tempo trouxe um Cruzeiro que explorava mais os lados do campo. Perdera Robinho e voltara com Rafinha. Foram dez minutos de problemas para o Flamengo, pressionado em seu campo embora sem conceder chances claras. Perto do fim, uma falha de Muralha quase deu o gol a Arrascaeta. Aos poucos, o jogo voltou ao seu roteiro de poucos riscos, embora o Flamengo trouxesse um Diego mais perto da área cruzeirense, tentando ser o homem do passe final. Conseguiu pouca coisa, foi muito marcado e não viveu sua melhor noite.   Rueda tentou lançar Paquetá na vaga de Éverton e, depois, Rodinei no lugar de Berrío. Mas o Flamengo viveu da luta solitária de Guerrero, que ganhou de dois adversários antes de acertar o ângulo de Fábio, que voou para decretar a cobrança de pênaltis como desfecho de uma final que testava os nervos. Na marca fatal, o Flamengo não deu o passo que ainda o separa do reencontro com as grandes vitórias. fonte Google